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quarta-feira, 1 de junho de 2011

UM POUCO DA HISTÓRIA DA ESCOLA AONDE EU TRABALHO.

A Escola iniciou suas atividades em 1936, como Escola Isolada da Encruzilhada, tendo apenas uma professora e uma sala de aula.
Em 1990 através do decreto nº 033 de 02 de fevereiro de 1990, foi criada a Escola Básica Esther Crema Marmentini-14.05.07372-5
No ano de 2000 foi transformada em Escola de Educação Básica Esther Crema Marmentini.
Localiza-se na Rua: Severino José Pasqual, s/nº, Bairro Santa Gema, na Cidade de Videira, Santa Catarina, e os educandos em sua maioria, são oriundos dos bairros Cidade Alta, Santa Gema, Vila Vitória, Cinqüentenário, Das Torres, Colina Verde, Cetrevi e interior do município de Videira ou próximos a escola.
A Escola de Educação Básica Esther Crema Marmentini possui como entidade mantenedora o Governo do Estado de Santa Catarina, através da Secretaria de Estado da Educação.
A escola oferece o Ensino Fundamental de 1ª a 8ª série nos períodos matutino e vespertino, contando com aproximadamente 390 alunos divididos pelo sistema de séries.
A grande parcela dos alunos são filhos de funcionários da Empresa Perdigão, diversas outras firmas e empresas próximas da escola e agricultores.

QUAL O PAPEL DA ESCOLA?

 
A escola de Educação Básica Esther Crema Marmentini tem por finalidade: atender o disposto nas Constituições Federal e Estadual, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Estatuto da Criança e do Adolescente e ministrar a Educação do ensino fundamental, de acordo com a legislação e as normas especificamente aplicáveis.
 O posicionamento político-pedagógico de toda a comunidade escolar se definirá em promover, a/ao aluno/a, acesso ao conhecimento sistematizado e, a  partir deste, a produção de novos conhecimentos. Este é o alvo principal dos objetivos da escola, contribuindo na formação da próxima geração de cidadãos transformadores da nova sociedade e preocupa-se com a formação de um/a cidadão/ã consciente e participativo/a na sociedade  em que está inserido/a.
A comunidade escolar tem como eixos norteadores: Aprender a ser, aprender a conhecer, aprender a fazer, valores como respeito, solidariedade, disciplina e coletividade.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Greve

Chegamos ao 13º dia e a greve dos professores de sc continua sem perspectiva para acabar.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Greve

Mais uma vez estamos frente a frente com um antigo problema.
Em um periodo aonde tanto se fala em valorizar a educação, os professores são obrigados a deixar a sala de aula e ir as ruas brigas por seus direitos. A que ponto chamos, professores brigando para que o Estado cumpra com as leis que eles próprios criaram, incrivel, primeiro eles criam a constituicação aonde nela deixam claro que o STF é soberano em suas decissões e depois contestam o próprio STF na tentativa de burlar a contituição, este é o tipo de governo que escolhemos, e quando digo que escolhemos eu me incluo pois, só o fato de eu não ter lutado contra ele ja me pões em uma condição de o ter aceito.
Mas não desanimem, em 2014 temos a Copa do Mundo e em 2016 as olimpiadas tudo será resolvido. Como?
Simples, vare pra baixo do tapete e dá umas esmolas para esta classe tão insignificante para sociedade, o professor.
Afinal de contas, para que sérvem os professores, criarsujeito pensantens? Não obrigado, deixa tudo como está que é melhor, quanto mais acomodadas as mas forem mais fácil de serem manipuladas.
   

terça-feira, 26 de abril de 2011

AS CRÍTICAS AO CAPITALISMO MODERNO


Durante o século XIX, a sociedade capitalista e o pensamento político sofreram um bombardeio de críticas que culminaram com o surgimento de várias correntes filosóficas, dentre elas podemos citar:
 O Socialismo utópico que tinha como principais expoentes Proudhon, Owen, Cabet e Fourier.  O "socialismo utópico" pode ser definido como um conjunto de idéias que se caracterizaram pela crítica ao capitalismo, muitas vezes ingênua e inconsistente, buscando, ao mesmo tempo, a igualdade entre os indivíduos. Em linhas gerais, combate-se a propriedade privada dos meios de produção como única alternativa para se atingir tal fim. A ausência de fundamentação científica é o traço determinante dessas idéias. Pode-se dizer que seus autores, preocupados com os problemas de justiça social e igualdade, deixavam-se levar por sonhos. Não foi por acaso que Karl Marx denominou os socialistas utópicos de "românticos".

Os princípios básicos do socialismo utópico podem ser resumidos assim:
 Crítica ao liberalismo econômico, sobretudo à livre concorrência.
 Formação de comunidades auto-suficientes, onde os homens, através da livre cooperação, teriam suas necessidades satisfeitas.
Organização, em escala nacional, de um sistema de cooperativas de trabalhadores que negociariam, entre si, a troca de bens e serviços.
Atuação do Estado que, através da centralização da economia, evitaria os abusos típicos do capitalismo.
O Anarquismo por sua vez é resultado de uma critica ao estado burguês, seus expoentes são: Proudhon, Stiner, Bakunin, Kropotkin e Sorel.
A palavra anarquismo tem origem no termo grego ánarkhos, cujo significado é, aproximadamente, "sem governo". O anarquismo é freqüentemente apontado como uma ideologia negadora dos valores sociais e políticos prevalecentes no mundo moderno: o Estado laico, a lei, a ordem, a religião, a propriedade privada etc. O anarquismo e sua crítica da propriedade privada e do Estado burguês feita pelos ideólogos anarquistas resultou no desenvolvimento do trabalho de conscientização e mobilização das massas proletárias (ou seja, o operariado). Em muitos aspectos, a ideologia anarquista se assemelhava à ideologia socialista - principalmente no tocante a luta de classes, a defesa das classes oprimidas, a crítica da propriedade privada, da sociedade e do Estado burguês. Por conta disso, durante décadas os anarquistas e os comunistas se aliaram na organização dos movimentos revolucionários.
Outro movimento político do século XIX que ficou muito marcado foi o conservadorismo. Este por sua vez é a negação das ideologias com a consequente abertura à realidade na sua complexidade múltipla. Numa era ideológica, o conservador é, por excelência, um opositor da ideologia.  Em suas origens, o pensamento conservador pode ser concebido como uma atitude reativa em oposição às rápidas mudanças que se processavam nas sociedades européias, entre os séculos XVIII e XIX provocadas pelos movimentos revolucionários burgueses.

As revoluções burguesas provocaram a ruptura das tradições, dos costumes, dos hábitos e das crenças religiosas. Nesse contexto, enquanto uma ordem social desaba e uma nova ordem social está em construção, o conservadorismo que emerge como força ideológica e política contra-revolucionária.

Em termos históricos, no entanto, é preciso considerar que os revolucionários progressistas também se tornaram conservadores, quando a sociedade burguesa capitalista (ou liberal) foi ameaçada por processos revolucionários populares. Seus principais expoentes foram Buk, Novalis, Charlile, De Maistre, Cortés e Von Stein.
Desta forma, o pensamento político e filosófico do século XX e fundamentado por todas estas corrente revolucionárias surgidas no século XIX tendo como um dos principais responsáveis por sua fundamentação teóricas Marx e as suas inúmeras críticas ao sistema capitalista.
A doutrina de Marx se baseia na luta de classes, para ele toda a história da sociedade é uma história de luta de classes. Marx fez várias criticas ao sistema capitalista, ele analisou as contradições existentes na sociedade tendo como base a influência das correntes sociais, e políticas do século XIX que foram citadas anteriormente. Na medida em que surgiu o capitalismo, a sociedade se dividiu em classes, a classe que explora que oprime que domina e a classe que é explorada, oprimida e dominada, para ser mais específica, a sociedade se dividiu em burgueses e proletários. O capitalismo fez dos meios de produção propriedade privada de certa minoria de pessoas. Os burgueses, eram os proprietários dos meios de produção e aqueles que não possuíam estes meios, se viam obrigados a vender o único bem que tinham sua força de trabalho. O sistema capitalista gera a desigualdade social. Marx se propôs juntamente a mostrar aos operários que era possível destruir o Estado capitalista e construir uma nova sociedade, uma sociedade comunista, no qual os meios de produção de tornariam propriedade comum a todos os membros da sociedade. Marx escreveu várias obras com este objetivo, de difundir suas idéias, como por exemplo: O Manifesto comunista e O Capital.
A experiência Marxista, depois de setenta anos de vigência, e muitas dificuldades internas decorrentes, principalmente, da instalação de burocracias autoritárias no poder, os regimes socialistas não tinham conseguido estabelecer a sociedade justa e de bem-estar que pretendiam seus primeiros ideólogos. A União Soviética, maior potência militar do planeta, exauriu seus recursos na corrida armamentista, mergulhou num irrecuperável atraso tecnológico e finalmente se dissolveu em 1991. A Iugoslávia socialista se fragmentou em sangrentas lutas étnicas e a China abriu-se, cautelosa e progressivamente, para a economia de mercado.

O capitalismo, no entanto, apesar de duramente criticado pelos socialistas (marxistas), mostrou uma notável capacidade de adaptação a novas circunstâncias, fossem elas decorrentes do progresso tecnológico, da existência de modelos econômicos alternativos ou da crescente complexidade das relações internacionais.

domingo, 21 de novembro de 2010

A noção de consciência intencional.

Marin Heidegger foi um filósofo alemão que nasceu em 1889 e morreu em 1976, sua filosofia tinha como ponto fundamental o objetivo de destruir a noção de consciência defendida por Bretano e Husserl e substituí-la pela noção de “ser no mundo”.

Wittgenstein, que também foi um filósofo alemão, nasceu em 1889 e morreu em 1951, seus escritos tinham como função a tentativa de implantar uma filosofia voltada para a intencionalidade gramatical.

Tanto Heidegger quanto Wittgenstein desenvolveram suas teorias de uma forma que acabaram sendo direcionados a questionamentos que buscam o entendimento de algumas questões como, por exemplo, qual a diferença entre o objeto e sua funcionalidade? Quais os limites para a compreensão do mundo? Por quem e como o mundo é formado? Como entender a relação do pensamento para com o objeto e como isso ocorre?

Estes questionamentos foram feitos por eles durante anos, porém, Heidegger os direcionava para uma justificação e o entendimento da função de temas como o “ser – ai”, o “ser- no- mundo”, enquanto que Wittgenstein preocupava- se com temas que o levassem a entender de que forma era expressada a relação entre objeto e funcionalidade. Em outras palavras ele tentou substituir a consciência pela linguagem.

Como sabemos, a filosofia é algo muito complexo, pensando nisso, acredito que para o entendimento da noção de “coisidade” das coisas, ou o “ser-ai” para Heideggter é necessário recorrer às idéias de outros autores como está expressa na citação a seguir:

“A coisidade da coisa é definida, insistamos neste ponto, pelo modo como operamos, isto é, a coisa é constituída pelo manusear do utensílio: a manualidade (Handlichkeit). Analisar o modo de ser do utensílio, portanto, é dar conta do que está mais próximo, é dar conta do ser do ente intramundano: caneta, trena, régua, volante, agulha, etc. O manuseio destes utensílios é a coisa mesma; e, portanto, o único modo de “voltar às coisas mesmas” é tematizar o modo de ser do utensílio. Voltar às coisas mesmas não é então simplesmente reconhecê-las como próximas, pois esta proximidade é dada pelo seu emprego, manuseio, utilização”. (História da filosofia IV / Selvino José Assmann, Delamar José Volpato Dutra, Luiz Hebeche. – Florianópolis, FILOSOFIA/EAD/UFSC, 2009, pág 225).

Ou seja, segundo Heidegger, o “ser-ai” é responsável pela ligação entre os objetos e a forma com que eu os interpreto, em outras palavras, o simples fato de eu conhecer um carro não quer dizer que eu saiba dirigir, para aprender a dirigir é necessário conhecer o carro, entender que a funcionalidade do carro ou o “ser – para” deste carro é a de transportar e que para que eu possa usufruí-lo sem depender dos outros preciso aprender a dirigí-lo, pois, um carro sem motorista passa a ser um utensílio simplesmente dado, pois, ele perde sua funcionalidade, é o mesmo que um martelo ou brinquedo quebrado.

Portanto, segundo Heidegger, a mundialidade dos objetos é o que os relaciona a outros objetos criando assim uma noção de mundo. Em outras palavras, se eu me tranco no quarto e fico lá durante certo tempo, todos os utensílios que ali estão passam a ser o “ser- no- mundo” em que estou vivendo, determinando assim, que o ser- no- mundo segundo Heidegger é formado por utilidade, utilidade esta que tem por objetivo classificar cada utensílio definindo sua utilidade perante o mundo material.

Já a preocupação de Wittgenstein é voltada para a eliminação da consciência enquanto responsável pela análise da intencionalidade do objeto, e o surgimento de uma entidade capaz de analisar e classificar o uso da linguagem como sendo correta ou não. Para melhor entender isso vamos ver a seguinte citação:

“A intencionalidade não mais diz respeito à conexão entre atos mentais intencionais e a realidade, mas à conexão entre a linguagem e a realidade. A direcionalidade dos atos mentais monológicos é substituída pelas regras de uso das palavras na linguagem pública.

A intencionalidade, ou seja, a direção dos signos lingüísticos encontra-se em execução na complexa trama da linguagem. Da atividade da consciência muda-se para a atividade da linguagem.

A vitalidade dos signos encontra-se já na execução da complexidade da linguagem. Nesse sentido, uma fenomenologia da percepção ainda é uma ilusão gramatical à medida que pensa os atos intencionais na herança da intencionalidade transcendental monológica, enquanto que a compreensão intencional da linguagem nunca é um processo concebido numa consciência monocêntrica”. (História da filosofia IV / Selvino José Assmann, Delamar José Volpato Dutra, Luiz Hebeche. – Florianópolis, FILOSOFIA/EAD/UFSC, 2009, pág. 248).

Sendo assim, concordo com Heidegger e Witeggensten no que diz respeito à utilidade e a funcionalidade de cada objeto, pois, se fosse o contrário, ou seja, um objeto perdesse sua funcionalidade quando quebrasse ninguém o jogaria no lixo, como um martelo quebrado, por exemplo, pois, ele mesmo quebrado manteria a sua função de martelo podendo ser utilizado normalmente. Portanto, acredito que um objeto é idealizado para exercer uma determinada função e quando perde esta funcionalidade ele só poderá continuar a ter uma função se você atribuir a ele outra função.

Um exemplo disso pode ser o carro, enquanto está bom, sua funcionalidade é a de levar as pessoas de um lugar para outro, quando esta sua funcionalidade não pode mais ser exercida algumas pessoas passam a utilizá-lo como objeto de decoração em exposições feitas por colecionadores de carros antigos.

Porém, este é um ponto muito questionado da teoria de Heidegger e Witeggensten. Eu, por exemplo, acredito que um objeto ou qualquer tipo de conhecimento não necessita ser reavaliado quanto a sua funcionalidade para que não perca sua funcionalidade e consequentemente seja excluído da história, para mim, a conservação de objetos antigos é a manutenção da nossa história sempre viva para que nossos filhos possam saber como as coisas eram e para o que elas evoluíram, porém, caso este objeto não mais exista em sua forma material ainda assim existirão as lembranças das pessoas que o conhecerão, portanto, se eu consigo falar sobre algo como posso dizer que ela não existe? Um bom exemplo de como podemos guardar a nossa história são os livros, pois, para que serve um livro de filosofia, matemática, geografia, etc. escrito por um autor ultrapassado se não para mostrar que algum um dia determinadas coisas foram pensadas de uma forma e que com o passar dos anos outros autores reavaliaram estas idéias tidas até então como verdades absolutas e provaram que elas estavam erradas?

Bom, tudo o que foi dito até agora tem um propósito único, tentar entender qual era a forma de pensamento usada por Heidegger e Wittegenstein para entender a funcionalidade da mente em relação ao tempo e espaço, conceitos estes que são capazes do nos ajudar a entender o mundo interno e externo em que vivemos.

Ai eu pergunto: De que forma estamos fazendo isso? Através do que eu estou tentando me fazer entender?

Certamente só existe uma forma de expressar minhas idéias com relação a estas noções, e esta forma é através do uso da linguagem, linguagem esta que só será entendida se eu conhecer como se dá o uso correto da gramática. Portanto, concordo que a gramática é o fio condutor entre o pensamento e a realidade, porém discordo da eliminação da consciência, uma vez que, para mim ela é responsável pelo processamento das sentenças expressas através da linguagem, emitindo assim posicionamentos com relação a tudo que está na nossa mundialidade. (Moacir Canônica Sobrinho, 2009)

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Pensamentos do Filósofo Pitágoras.



"Escuta e serás sábio. O começo da sabedoria é o silêncio."


"Purifica o teu coração antes de permitires que o amor entre nele, pois até o mel mais doce azeda num recipiente sujo."


"Educai as crianças, para que não seja necessário punir os adultos."


"O homem é mortal por seus temores e imortal por seus desejos."


"A verdadeira amizade significa unir muitos corações e corpos num coração e num espírito."


"Se o que tens a dizer não é mais belo que o silêncio, então cala-te."